Este mineral trata a depressão melhor que as drogas antidepressivas

Saúde

Muitas pessoas costumam dizer que estão deprimidas, por estarem se sentindo tristes em algum momento da vida.

Na realidade, em muitos casos, é preciso diferenciar a depressão de uma tristeza passageira, como quando nos sentimos após a morte de um ente querido.

Se esse sentimento for vivenciado de forma muito intensa e por um longo período, por meses ou até

anos, há grandes chances de não ser apenas tristeza, mas sim depressão. A depressão é considerada uma doença, que surge por uma combinação de fatores, biológicos, psicológicos e sociais.

Por essa razão, existem diversos tratamentos e medicamentos que são prescritos dependendo de cada caso. A boa notícia é que existem formas totalmente naturais de tratar a depressão, como aponta um estudo feito em 2017, que analisou a eficácia do magnésio no tratamento da depressão.

Os resultados do estudo afirmam que o uso de magnésio em forma de suplemento pode melhorar significativamente os sintomas da depressão, em apenas duas semanas. E o melhor de tudo, sem os efeitos colaterais normalmente atribuídos aos remédios prescritos.

O magnésio é também peça-chave para o funcionamento de várias engrenagens do organismo. Se pudéssemos ver as células mais de perto, ficaria fácil entender: o nutriente se envolve em mais de 300 reações bioquímicas no organismo.

Consumir magnésio diariamente, não só vai ajudar a tratar os sintomas da depressão, como também:

Melhorar o desempenho físico;
Prevenir a osteoporose;
Ajudar a controlar a diabetes;
Diminuir o risco de doença cardíaca;
Aliviar a azia e a má digestão;
Controlar a pressão arterial.

Com todos esses benefícios, você deve estar se perguntando como fazer para ingerir a quantidade adequada de magnésio todos os dias?

No estudo mencionado acima, os participantes consumiram cerca de 250mg de magnésio, diariamente, em forma de suplemento.

Dito isso, você pode procurar um suplemento de magnésio, ou consumir alimentos ricos nesse mineral como espinafre, acelga, alface, beterraba, abacate, abóbora, sementes e nozes, entre outros.

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